Cada vez mais ouvimos falar sobre a adoção do Cloud Computing e, de um tempo para cá, as companhias vêm aderindo este modelo como parte da estratégia para os seus negócios. Isso se dá por conta do impacto significativo que as organizações têm ao migrar a infraestrutura e aplicações locais para a nuvem.

Ao tomar decisões que envolvem o orçamento de TI, as opções de utilizar serviços em nuvem para novos projetos ou para substituir sites de máquinas internas, causam uma mudança relevante nos investimentos. Porém, cabe às empresas integradoras de soluções em nuvem direcionar de forma eficaz as expectativas de cada organização à sua realidade estratégica, para inserir a nuvem dentro do seu contexto. Isto fará com que este novo conceito seja aceito de maneira natural na cultura de cada uma delas.

Uma das principais formas é mapear as particularidades de cada negócio, só então seguir com a migração, tornando o processo ágil e dinâmico. Para isso, veja abaixo alguns pontos importantes ao migrar:

1 – DATA CENTER

A escolha pelo integrador de serviços, ou seja, com quem você irá contar para esta migração, é o primeiro passo para o sucesso do projeto. Porém, está diretamente relacionada com qual ou quais data centers este integrador trabalha. É extremamente importante que haja um padrão de certificação, confiabilidade operacional, redundância de infraestrutura, garantia de performance e flexibilidade para crescimento.

2 – NÍVEL DE GERENCIAMENTO

Quais os serviços que estão embarcados e suas respectivas responsabilidades. A gestão do banco de dados e o gerenciamento dos servidores virtuais na maioria dos casos não estão inclusos, e você ainda terá que se preocupar com isso.

3 – LICENCIAMENTOS

Uma das grandes vantagens da nuvem é ficar livre dos custos de alguns licenciamentos, como por exemplo, o licenciamento do banco de dados. Certifique-se o que está contemplado neste pacote.

4 – MOEDA

Os valores são pré-definidos em moeda local ou em moeda estrangeira? Esse é um dos principais equívocos que as empresas cometem. A melhor opção é moeda local, onde podem prever o fluxo de desembolso futuro adequando ao seu orçamento de forma que não haja surpresas.

5 – BACKUP

Poucos se atentam, mas é essencial que estes estejam atrelados aos entregáveis e com o período de retenção exposto de forma clara. Pior do que não fazer o backup e não ter a regra de disponibilidade e as políticas de bem estruturadas. Contar com empresas que estão preparadas para esta transformação é essencial para alcançar os resultados desejados.

 

Fonte: “5 pontos importantes ao migrar seu ERP para a nuvem”.

Escrito por:
Marco Duarte

Diretor de Negócios na FWC Group

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