Que o preço é uma das principais fontes motivadoras para o cliente comprar em determinada empresa, disso todo mundo sabe. Porém, na hora de definir qual será o valor cobrado pelo produto é que o “calo” dos gestores de pequenas e médias empresas aperta. 
É aí que mora o perigo! Para se ter um controle de vendas efetivo e entender qual seria o preço justo e lucrativo cobrado por um produto, estes gestores acabam cometendo alguns equívocos — que você vai ler a seguir.
Continue lendo, pode ser que os erros estão sendo cometidos no seu negócio!
Formacao-de-preco

Erro 1: desconhecer o custo real de produção

Isso é mais comum do que se imagina! Em função de estar mais focado em outras frentes de trabalho da empresa, alguns gestores desconhecem o custo real do seu próprio produto.
Como não está atento às mudanças na cadeia produtiva, como os custos de insumos que impactam diretamente na formação de preço, ele acaba cometendo o erro — e perdendo dinheiro! 

Erro 2: não ajustar o preço de acordo com a nova realidade de produção 

Com medo de perder clientes, muitos empresários não reajustam os preços, mesmo quando o processo de produção ou aquisição de um produto mudou. 
Esse é um erro que pode resultar em aumento de custos e despesas e impactar diretamente nas finanças da empresa. 

Erro 3: não considerar a margem de lucro, investimentos e gastos inesperados

Qual é a margem de lucro esperada? Antes de definir o preço, considere a margem de lucro da empresa e de quem mais investiu nele. Lembre também dos possíveis investimentos para o crescimento do negócio, como financiamentos, compras de equipamentos, aquisição de software de gestão etc.
Os gastos inesperados, como questões de acidentes durante o transporte ou mesmo meteorológicas, devem ser levados em conta.

Erro 4: desconsiderar o valor agregado do produto

O consumidor está bastante exigente, concorda? Isso não é à toa, pois com a infinidade de opções, ele prefere as empresas que lhe oferecem uma experiência diferenciada em sua jornada de compra, o que compreende desde o primeiro contato, atendimento até a efetivação da compra.
Oferecer um serviço especial, acolhedor e eficiente, agrega valor ao produto, concorda? Não considerar este fator é outro erro. Afinal, a empresa está entregando algo a mais para os seus clientes.

Erro 5: não alinhar os itens anteriores no controle de vendas

Como você conferiu até aqui, não é tão difícil assim acertar na formação de preço do seu produto. Mas, para isso é necessário alinhar e cumprir os quatro itens anteriores. Conheça o custo real da sua produção e as mudanças que acontecem nela, a margem de lucro e os investimentos, além do valor agregado.
Dica: há empresas que não conseguem se diferenciar da concorrência pela qualidade e cobram um valor abaixo do ideal, se arriscando mais do que deveriam! Se o produto é melhor, é preciso “botar na balança” se vale a pena competir com o preço ou mostrar as suas qualidades superiores.
 
Ao invés de baixar e subir preços aleatoriamente, o empresário precisa criar estratégias que permitam vender mais. Um desconto, por exemplo, pode ir para o cliente se ele adquirir um produto a mais ou contratar serviços por um tempo maior.
Ter o controle de vendas depende de uma formação de preços saudável! Os transtornos ocasionados pelos valores definidos de maneira errada vão dificultar o atendimento aos consumidores e a rentabilidade da empresa no final de cada mês.
 
 
Escrito por:
GDOOR Sistemas

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